Bom dia meus Amigos!
Olha que estudo
perfeito trago como sugestão de estudo essa manhã!
Feito e publicado pela @anaesposito_dermato e pesquisadores
da Universidade Estadual Paulista em Botucatu o estudo teve como objetivo
explorar a morfologia, taxa de crescimento a expressão gênica de fibroblastos
da pele com melasma.
Sabemos que os fibroblastos possuem um papel importante no desenvolvimento do
melasma e saber mais sobre quais os genes mais ou menos expressos nos ajuda a
escolher os ativos para associar com despigmentantes.
Os autores relataram que a morfologia dos fibroblastos das
regiões com melasma apresentam uma alteração na morfologia, ficam menos
alongados, que é uma característica de fibroblastos senescentes.
Foram identificadas
alterações na expressão gênica em fibroblastos isolados de pele de melasma
quando comparados àqueles isolados de pele saudável. Os genes WNT3A, EDN3,
ESR2, PTG2, MMP1 e SOD2 foram regulados positivamente, enquanto os genes
COL4A1, CSF2, DKK3, COL7A1, TIMP4, CCL2 e CDH11 foram regulados negativamente.
Isso mostra a necessidade de usarmos inibidores de endotelina, estimuladores de
DDK e confirma que no melasma, devido ao aumento de enzimas que degradam
colágeno e redução de TIMPs (que são inibidores de MMPs) os diversos tipos de
colágeno ficam comprometidos, levando a uma maior chance de melasma dérmico.
Minha admiração aos
autores! Tem muitas informações ricas neste estudo e ainda por cima está
liberado na íntegra.
Recomendo fortemente a leitura!
Abraços