Behrangi et al. (2015) conduziram um estudo que teve como objetivo avaliar a eficácia do montelucaste no tratamento da acne quando comparado à doxiciclina. Os pesquisadores selecionaram 52 pacientes com acne moderada para um ensaio clínico randomizado.Estes foram randomicamente incluídos para receberem doxiciclina 100 mg/dia mais solução de clindamicina 1% (Grupo 1) ou montelucaste 5 mg/dia mais solução de clindamicina 1% (Grupo 2).
O índice de gravidade da acne foi medido e comparado entre os dois grupos no início do estudo e após 1 e 3 meses. Os parâmetros avaliados através dos testes Independent-Sample-T, Chi-Square, e Repeated-Measure ANOVA foram usados e considerados estatisticamente significantes. Os resultados mostraram que o índice de gravidade média da acne foi de 18.2 ± 6.1 e 19 ± 4.2 no grupo montelucaste e doxiciclina, respectivamente (P=0,679). O índice de gravidade média da acne depois de 1 mês foi de 10,5 ± 6,2 e 12,9 ± 3,3 no grupo montelucaste e doxiciclina, respectivamente. Finalmente, o índice de gravidade média da acne, depois de 3 meses do estudo, foi de 8.6 ± 4.8 e 8.2 ± 1.2 no grupo montelucaste e doxiclina, respectivamente.
Com base nisso, os pesquisadores concluíram que montelucaste é um tratamento efetivo e seguro para tratar a acne de nível moderado.