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Além de placas e declínio cognitivo, múltiplas mudanças acompanham a DA, incluindo inflamação, estresse oxidativo e desregulação metabólica. Anormalidades no metabolismo da glicose, alterações vasculares e inflamação estão intimamente ligadas e são características comuns da DA.
à
O metabolismo da glicose cerebral medido tomografia
de emissão de pósitrons com 18fluor-desoxi-glicose (FDG-PET) muda
décadas antes que a DA seja tipicamente diagnosticada, e as reduções na
utilização da glicose correlacionam-se altamente com decínio cognitivo;
à Enzimas dependentes de tiamina difos50 (ThDP) regulam as etapas-chave no metabolismo da glicose no cérebro, e as atividades dessas enzimas diminuem no sangue e cérebro de pacientes com DA. A redução na atividade dessas enzimas fornece um mecanismo subjacente plausível para as anormalidades metabólicas.
Benfotiamina
A benfotiamina, um precursor sintético da tiamina, é um antioxidante que tem ações diretas em várias enzimas metabólicas e vias, modulando inflamação e estresse oxidativo.
à A
ativação da enzima transceptolase pela benfotiamina acelera o desvio dos
precursores de AGE em direção à via da pentose fosfato, reduzindo assim a produção
de AGE;
à A
redução de AGE diminui o estresse metabólico, o que reduz as complicações
vasculares;
à Por
ser mais eficaz em aumentar as concentrações de tiamina no sangue do que a
administração direta de tiamina, a benfotiamina pode superar a redução na
atividade de enzimas dependentes de ThDP na DA;
à Múltiplas abordagens sugerem que a benfotiamina inibe mediadores inflamatórios e aumenta a produção de fator anti-inflamatório na microglia ativada.
Estudo Comprova
Esse
estudo placebo-controlado teve como objetivo avaliar a eficácia e segurança da
benfotiamina em indivíduos com comprometimento cognitivo leve amnéstico (aMCI)
ou demência leve devido à DA.
Resultados
ü O tratamento com benfotiamina foi seguro;
ü O aumento no ADAS-Cog foi 43% menor no grupo da
benfotiamina do que no grupo do placebo, indicando menor declínio cognitivo, e
este efeito foi quase estatisticamente significativo;
ü A piora na CDR foi 77% menor no grupo da benfotiamina
em comparação com o grupo do placebo, e esse efeito foi mais forte nos não
portadores de APOE?4;
ü A benfotiamina reduziu significativamente os aumentos
em AGE e este efeito foi mais forte nos não portadores de APOE?4. A derivação da análise exploratória de um escore
padrão FDG PET mostrou um efeito de tratamento em um ano.
Conclusão
Os pesquisadores concluíram que a benfotiamina oral é segura e potencialmente eficaz na melhora dos parâmetros cognitivos em pacientes com comprometimento cognitivo leve e moderado na DA.
GIBSON, G. E.; LUCHSINGER, J. A.;
CIRIO, R.; CHEN, H. et al.
Benfotiamine and Cognitive Decline in Alzheimer's Disease: Results of a
Randomized Placebo-Controlled Phase IIa Clinical Trial. J Alzheimers Dis, 78, n. 3, p. 989-1010, 2020.
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