Displasia Epidérmica de West Highland White Terrier

Estudos Científicos
04/ago/2022

Opções Magistrais no Gerenciamento da Doença

Displasia Epidérmica

Características

  

A Displasia epidérmica de West Highland White Terrier é um distúrbio de ceratinização hereditário que acomete cães da raça West Highland White Terrier. É uma doença crônica, severamente pruriginosa, com seborréia da pele. Os sintomas normalmente aparecem quando o cão tem entre 6 e 12 meses de idade.

 

A dermatose não tem predileção sexual aparente, muitas vezes começa em animais com menos de um ano de idade e provavelmente é geneticamente programada.


Sintomas

®     Pelos gordurosos;

®   Prurido leve a moderado na face, orelhas, membros, patas e ventre.

®     Com a cronicidade:

®     Prurido intenso;

®     Extensas áreas de eritema, alopecia, crostas;

®     Liquenificação e hiperpigmentação.

 

Diagnóstico

Devem ser feitos exames físicos e achados de citologia de pele, depois de 2- 4 semanas, para monitorar o tratamento (RHODES, 2005).

 

Prognóstico

®     Essa enfermidade é incurável e de difícil controle.

®     Não acasalar os cães acometidos.


Formulações para Pacientes com Doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer (DA é caracterizada pelo acúmulo de placas amiloides e pelo dano cognitivo nos indivíduos acometidos. Dados recentes sugerem que o processo inflamatório apresenta importante papel no desenvolvimento e na progressão da DA. É uma doença cerebral progressiva e fatal, associada à redução da capacidade cognitiva e à perda de memória.

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Displasia Epidérmica

Tratamento

 

Estudo

Dois West Highland White Terrier de 9 meses, irmãos, foram levados à nossa clínica com prurido, alopecia e liquenificação. Exame citológico de strippings de fita adesiva revelou organismos de Malassezia e coccus. Biópsia da pele mostrou displasia epidérmica.


Resultados e Conclusão:

ü  Seis semanas depois, a infecção da derme tinha solucionado e havia crescimento de pelo. Porém, os cães ainda apresentavam prurido moderado. Testes intradérmicos para alergia foram positivos para pequenas quantidades de ácaros e Malassezia. Imunoterapia foi iniciada, e tratamento com cetoconazol e cloxacillin foram suspensos.  Biópsias de pele que foram executadas em ambos animais, 4 meses depois da primeira apresentação, revelaram dermatite perivascular superficial moderada. O prurido de pele foi facilmente controlado com tratamento tópico. Estes dois casos indicam que displasia epidérmica pode ser uma reação inflamatória ou reação de hipersensibilidade a infecção de Malassezia ou um resultado de autotraumatismo excessivo, em lugar de uma desordem de queratinização congênita (NETT; REICHLER; GREST; HAUSER et al., 2001).


Referências:


NETT, C. S.; REICHLER, I.; GREST, P.; HAUSER, B. et al. Epidermal dysplasia and Malassezia infection in two West Highland White Terrier siblings: an inherited skin disorder or reaction to severe Malassezia infection? Vet Dermatol, 12, n. 5, p. 285-290, Oct 2001

RHODES, K. H. Dermatologia de Pequenos Animais: Consulta em 5 Minutos Thieme Revinter 2005.

Autor(a)

Equipe Técnica Consulfarma
Equipe Técnica Consulfarma
Conhecimento

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